A viagem noturna
A abordagem junguiana
"Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta."
— C. G. Jung
A psicologia junguiana, ou psicologia analítica, não busca apenas aliviar o sintoma, mas escutar o que ele tenta dizer. Parte de uma ideia simples e profunda: dentro de cada pessoa há um movimento natural em direção à integração e à plenitude.
Na psicoterapia, esse olhar me permite prestar atenção ao material que aparece na sua vida — os sonhos, as imagens recorrentes, os símbolos, aquilo que se repete — para dar lugar ao que ainda não tem palavras. Não é uma análise fria nem uma interpretação fechada, mas uma escuta compartilhada e paciente.
Jung chamou esse caminho de individuação: o processo de tornar-se quem realmente se é, integrando também as partes que costumamos deixar na sombra.
Minha formação em psicoterapia junguiana continua na Sociedade Uruguaia de Psicologia Analítica (SUPA), grupo reconhecido pela Associação Internacional de Psicologia Analítica, em um programa que vai até 2028. Essa perspectiva atravessa a minha forma de escutar e de acompanhar.
Para quem é este trabalho?
Para quem sente que algo pede para ser olhado com mais profundidade; que atravessa um momento de transição ou de busca; ou que simplesmente tem curiosidade sobre o próprio mundo interno. Não é preciso saber nada de Jung para começar.
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